O Amuleto do Caos

Bem-vindos aventureiros, ou não?  Conheçam o amuleto da loucura, um item amaldiçoado criado por um lunático que dizia estar fazendo o serviço dos deuses.

Caso decida usar na sua mesa, tente incutir o máximo o clima de terror, os personagens deverão correr contra o tempo, achar o alvo e destruir o colar antes que ele seja ativado.

Baixe o pdf aqui: amuleto do caos pdf

## O Amuleto do Caos  <p>Os antigos caminharam pelo mundo que hoje habitamos. Alguns vieram de outras galáxias, outros cruzaram a membrana da terra dos sonhos para se juntar a nossa realidade e contaminar a humanidade antes de cairem em um sono gélido.  <p>   ### A Loucura e a Contaminação  <p>Nossa mente não está e nunca estará pronta para aceitar esses seres. Os poucos humanos que entraram em contato com esses monstros atingiram um estado de loucura bizzara um pouco antes de se suicidar ou causar mal a seus entes queridos.  <p>A muito tempo atrás Maani ibn Uthayf al-Harjii, um sábio-louco recebeu instruções de como construir um artefato capaz de levar as vozes dos antigos a novos adoradores.  <p>Com acesso a recursos e conhecimentos dignos de um artífice, Maani ibn Uthayf al Harjii, construiu um amuleto seguindo os passos da visão que recebeu.  <p> O Resultado foi algo  escatológico demais para descrever com detalhes. Os moradores de Akala simplesmente avançaram uns contra os outros em um surto de loucura.  <p>Quando mercadores chegaram ao tal lugar, as ossadas encontradas estavam dispostas em formas bizarras. Pentagramas feitos com pernas, círculos de cabeças colocadas em buracos, um dos corpos foi achado com vários braços pendurados em um colar grotesco.  <p>Todos eles descreviam um círculo perfeito envolta de um único homem empalado com várias lanças, Maani ibn Uthayf al-Harjii.  <p>  ### A história  <p>Os mercadores que se depararam com aquela desgraça, demarcaram o local como amaldiçoado e salgaram o pouco chão fértil que existia pelo caminho. Assim nenhum outro humano ou animal seria atraído para aquele lugar maldito.  <p>O acontecimento se tornou uma história contada em fogueiras de acampamentos, sua localização se tornou uma aposta em tavernas e nunca a tal cidade foi encontrada... até hoje.  ### James Novak, o explorador  <p>Famoso por explorar masmorras e encontrar antigas civilizações James recebeu uma grande proposta para encontrar esse vilarejo e reaver um antigo amuleto perdido no local.  <p>James subornou bardos, correu atrás de livros antigos, bibliotecários desconfiados e alguns contatos bizarros até mesmo para a sua profissão. Mas tudo isso teve resultado e em cerca de três meses após aceitar o desafio ele tinha um mapa.  <p>A viagem foi terrível. Um dos três navios naufragou, três cavalos morreram antes do primeiro dia, vítimas de uma febre misteriosa. No terceiro dia um camelo foi picado por uma cobra e para piorar a situação, um dos carregadores foi comido por um crocodilo enquanto bebia água numa lagoa até então segura.    ```  ```   ### A Cidade fantasma  <p>Ao nascer do sol do décimo sétimo dia, um dos batedores retornou correndo ao grupo, ele havia achado um cadáver mumificado pelo deserto. A múmia havia sido colocada em uma pose de flecha, apontando com sua cabeça e braços uma direção.  A caravana partiu na direção apontada. Primeiro eles viram enormes pilares de pedras decorados com runas. Depois uma revoada de corvos mostrou para onde eles deveriam olhar e James Novak tinha encontrado Akala a cidade perdida.     Medo da escuridão:  Assim que chegaram a cidade, os homens se dividiram explorando o local por setores. O cheiro de morte permeava a cidade, mas quase todo mundo prefere camuflar esse medo com o cheiro do ouro. Todos os membros da caravana, sem excessão, encheram seus bolsos com pedras precisas, jóias e moedas douradas, pelo menos até o chegar da noite.  Os uivos dos coiotes vieram de longe, o vento soprava frio e ameaçava apagar as tochas e fogueiras da expedição. Nesse momento James ouviu a voz.   Ele olhou ao redor, não conseguiu definir de onde ela vinha, aquilo provocava um frio em sua espinha e ele não entendia o motivo.  A voz guiou ele pela escuridão, ele avançou sem pisar nos corpos, não deu bola aos ossos e inscrições de sangue no chão. Ele andou até um cadáver a muito esquecido e retirou de seu pescoço o amuleto do caos.  As tochas se apagaram, o vento bateu portas e janelas e os homens viram algo que tinha vários nomes mas que para o cérebro humano só significava loucura.

descrição do avatar da loucura

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Já foi considerado um Elfo – Paladino, hoje está mais para Meio Elfo – Bardo. Ama gastar a sola do tênis andando com os 4 filhos caninos e se pudesse viveria ao norte do Equador.

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